1 de nov. de 2014

Enquanto o povo continua refém da ditadura castrista, Maduro quer transformar Chávez em santo



O “mui amigo” de Lula e do PT pode virar santo na Venezuela. Bom, ao que parece, já é. Pelo menos para alguns sociopatas apoiadores do ditador totalitário que implantou uma espécie de ditadura branca, que veio a ficar muito mais rígida e destrutiva com seu sucessor, Maduro.

E para isso, Maduro já tem até apoio de beatos e ‘religiopatas’ de plantão, sedentos por uma grana.

“Chávez nosso que estás no céu, na terra, no mar e em nós, os delegados”, rezava María Estrella Uribe, delegada do Congresso do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV). Vestida com camisa vermelha, a delegada pelo estado de Táchira proferiu a oração, inspirada pelo Pai Nosso da Igreja Católica, e foi ovacionada em um seminário do partido.

“Não nos deixe cair na tentação do capitalismo, mas livra-nos do mal da oligarquia, do crime de contrabando”, termina o Chávez Nosso.

A reza imediatamente provocou uma polêmica nas redes sociais.

Ela é a mais recente estratégia dentro de um processo de “beatificação civil” de Chávez, por meio do qual seus herdeiros procuram converter o falecido presidente em uma figura que domine a dinâmica política da Venezuela como um deus inquestionável.

Hugo Chávez chegou aos santuários sincretistas populares da Venezuela muitos anos antes de sua morte. Figuras suas de gesso ou de plástico para veneração há muito são vendidas em lojas esotéricas ao lado de Simon Bolívar ou Negro Primeiro, outros civis da coleção de “santos” venezuelanos.

Quando, em março de 2013, o então presidente em exercício Nicolas Maduro disse que viu seu chefe na forma de “um passarinho”, a primeira reação foi de incredulidade. Depois, Maduro foi ridicularizado pela oposição.

Porém, para muitos dos milhões de seguidores de Chávez, o “passarinho” era portador da mensagem sobre a necessidade de completar o trabalho inacabado do líder morto e de apoiar Maduro, seu abençoado, na eleição daquele abril.

Não significa que todos os chavistas militem em crenças esotéricas, tenham em casa um altar sincretista onde rezem pelo ex-militar ou que sigam dogmas políticos mágico-religiosos na hora de votar. Na verdade, entre as eleições de outubro de 2012, que Chávez venceu, e nas de abril, que Maduro venceu por um triz, houve inclusive um abandono significativo do voto chavista.

E enquanto Maduro se esforça para dar um ar de santidade à seu “criador” Chavez, o povo segue perecendo e seus opositores seguem sendo censurados. E o PT, segue apoiando a ditadura castrista.
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