25 de mai. de 2015

178 mil estudantes ficam sem o FIES, mas Bolsa-Família permanece inalterado



“Pátria Educadora”, essa é a bandeira defendida nas mídias por Dilma. Mas o que vem acontecendo nos ultimos meses coloca em xeque o slogan criado pela presidência. O financiamento estudantil FIES parece ter secado seu “poço”. pelo menos é o que sinalizou o Ministro da Educação Renato Janine Ribeiro.

Ele disse que a abertura de uma segunda edição do programa, no segundo semestre deste ano, não está garantida, e explicou que, no caso dos estudantes que não puderam se inscrever no primeiro semestre, seria “inútil” reabrir as inscrições, que foram encerradas no dia 30 do ultimo mês.

Sobre abrir novos contratos do FIES no segundo semestre o ministro não confirmou, dizendo apenas que depende da disponibilidade orçamentária, mas ao que indica, dificilmente novas vagas serão abertas para o FIES este ano.

Este ano, cerca de 178 mil estudantes tentaram aderir ao FIES mas não conseguiram, e ao que parece, nem vão conseguir. Segundo o ministério da Educação financiar estes 178 mil estudantes poderia gerar um déficit orçamentário, portanto torna-se inviável.

Bolsa-Família, com gasto anual de 27 bilhões, não entrará no pacote de “arrocho fiscal” do governo, e permanecerá sem alterações

Isso mesmo, porque na “pátria educadora” vale mais (para se perpetuar no poder) distribuir assistencialismos pelo país, do que tornar culto seu povo.

Vale salientar, que não somos contra ajudar quem realmente precise, mas o que vem sendo feito por este governo é a distribuição de assistencialismo sem critérios, demonstrando que o que é mais importante é a perpetuação no poder a todo custo. E como disse Lula, durante sua campanha eleitoral de 2001.“O povo pensa com a barriga e distribuição de alimentos é arma pra manter governo no poder“
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