
Os trabalhos da CPI da Petrobras no Senado que iriam terminar no próximo domingo foram prorrogados até o dia 22 de dezembro. O requerimento para estender as investigações foi protocolado junto à Mesa do Senado nesta sexta-feira. O documento foi assinado por 30 parlamentares.
Após o surgimento dos escândalos envolvendo a estatal, duas CPIs foram criadas no Congresso Nacional para investigar as denúncias: uma exclusiva no Senado e outra mista, composta por deputados e senadores. As investigações no Senado estão paralisadas desde o dia 2 de setembro, quando uma reunião teve que ser cancelada por falta de quórum. Naquela data, somente o presidente, Vital do Rêgo (PMDB-PB), e o relator, José Pimentel (PT-CE), assinaram a lista de presença, mas nem eles ficaram muito tempo na sala. Para realizar a sessão era necessária a presença de ao menos sete senadores.
Já a CPI Mista vai funcionar até 18 de dezembro, quando será discutido e votado o relatório final. O relator, deputado Marco Maia (PT-RS), estabeleceu, em entendimento com os integrantes da comissão, o cronograma dos trabalhos. Na próxima terça serão ouvidas duas testemunhas do caso.
Depois dessa, as quatro sessões posteriores serão destinadas também a ouvir envolvidos no escândalo, exceto os políticos, que, num acordo entre governo e oposição, ficaram de fora. A sessão marcada para 3 de dezembro foi reservada para discutir algum fato novo ou convocar algum personagem que apareça em denúncias até lá.
Após o surgimento dos escândalos envolvendo a estatal, duas CPIs foram criadas no Congresso Nacional para investigar as denúncias: uma exclusiva no Senado e outra mista, composta por deputados e senadores. As investigações no Senado estão paralisadas desde o dia 2 de setembro, quando uma reunião teve que ser cancelada por falta de quórum. Naquela data, somente o presidente, Vital do Rêgo (PMDB-PB), e o relator, José Pimentel (PT-CE), assinaram a lista de presença, mas nem eles ficaram muito tempo na sala. Para realizar a sessão era necessária a presença de ao menos sete senadores.
Já a CPI Mista vai funcionar até 18 de dezembro, quando será discutido e votado o relatório final. O relator, deputado Marco Maia (PT-RS), estabeleceu, em entendimento com os integrantes da comissão, o cronograma dos trabalhos. Na próxima terça serão ouvidas duas testemunhas do caso.
Depois dessa, as quatro sessões posteriores serão destinadas também a ouvir envolvidos no escândalo, exceto os políticos, que, num acordo entre governo e oposição, ficaram de fora. A sessão marcada para 3 de dezembro foi reservada para discutir algum fato novo ou convocar algum personagem que apareça em denúncias até lá.