9 de nov. de 2014



E viva a Copa do Mundo no Brasil, viva às dezenas de bilhões investidos no evento, porque o país está muito bem, investimentos em educação tem feito o país ser um dos melhores do mundo em qualidade de ensino, a segurança é plena, o SUS é referencia mundial. Espera, podemos nos dar ao luxo de queimar fortunas para realizar este circo, não é? Espera. Alguma coisa não bate aí, concorda?

Em 83/84 a Colômbia desistiu de sediar a Copa do Mundo, outros países se interessaram em realizar o evento, um dos interessados foi a direção da CBF que solicitou ao presidente da república à época João Figueiredo para entrar na disputa para sediar o evento, Figueiredo foi incisivo em vetar a ideia devido os problemas sociais da época e gastos para sediar a Copa não eram viáveis.

“Governo veta a Copa no Brasil em 1983”

De fato, naquela época dos “generais-presidentes” não abdicaram do bom senso em relação à pobreza do país, pois pobreza era de fato pobreza e deveria ser tratada como tal para erradicá-la, dentro das possibilidades econômicas via orçamento público; e referente a isso o regime militar (1964-1985) fez muito,até desencadear a crise do petróleo no início da década de 80 do Século XX.

Já nos dias de hoje, “a tal pobreza mequetrefe (enxerida = intrometida)”, que permeia os discursos panfletários dos demagogos que pululam a Ilha da Fantasia, tem como fim único dar mais embasamento ao próprio discurso ideológico. O projeto de poder político, “panis et circenses” se alimenta da “pobreza mequetrefe”, feito parasita a esta, pois é nela que os porcos ideológicos do “discurso-panfletário-político-demagógico” chafurdam para se eternizarem no poder.


Assim, professam “vida longa à miséria social, para haver vida longa ao “discurso-panfletário-político-demagógico”, que se encontra refestelado no poder, do poder, para o poder-mequetrefe-subdesenvolvido.”
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